sábado, 20 de abril de 2013

Mudança


Amados leitores, primeiramente gostaria de dizer que vocês são uns amores por ainda visitarem meu blog fantasma e dar uma "bisbilhotada" de nada... de vez em quando... que seja... Enfim, vocês são uns fofos! rs
Bom, como todo bom (ou mau) universitário das benditas universidades federais, em pleno abril, estamos no fim do período 2012/2, ou conhecido como "período eterno" pelos que o vivenciam. Então, ultimamente da minha cabeça não vem nada mais além das matérias das disciplinas que faço... e não gostaria de ter que escrever algo tão chato quanto elas (mentira, elas não são! só quando temos que estudá-las sob pressão que se tornam insuportáveis!). Sendo assim, da saga "Copie e cole na parede, na agenda, no computador, no caderno, no banheiro, na geladeira... (etc)" e "Reflexivas" , gostaria de dividir com vocês um texto do Edson Marques sobre Mudança.


"Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Mude de caminho, ande por outras ruas, observando os lugares por onde você passa.
Veja o mundo de outras perspectivas. Descubra novos horizontes.
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
Busque novos amigos, tente novos amores. Faça novas relações.
Experimente a gostosura da surpresa.
Troque esse monte de medo por um pouco de vida.
Ame muito, cada vez mais, e de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, de atitude.
Mude.
Dê uma chance ao inesperado. Abrace a gostosura da surpresa.
Sonhe só o sonho certo e realize-o todo dia.
Lembre-se de que a vida é uma só, e decida-se por arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Abra seu coração de dentro para fora.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Exagere na criatividade.
E aproveite para fazer uma viagem longa, se possível sem destino.
Experimente coisas diferentes, troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você conhecerá coisas melhores e coisas piores, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, a energia, o entusiasmo.
Só o que está morto não muda." 
(Edson Marques)


Espero que entendam a mensagem que o autor nos passa com algumas citações metafóricas, e algumas outras bem reais, aplicáveis ao nosso dia-a-dia.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Quase um conto de fadas


Como citado no último post, algo aconteceu há alguns meses atrás. Espero que essa mudança tenha sido para melhor, pois para mim está sendo (e espero que continue!).
Claro que essa "mudança" não foi como em um conto de fadas, como um passe de mágica, pó de "pirlimpimpim" ou simplesmente da noite para o dia. Mas uma coisa se assemelha às estórias infantis: tive uma fada madrinha.
Como diz o ditado, "conto o milagre, mas não o santo", o santo é sigilo e até duvido que ele (ou eles, ou ela, ou elas.. haha!) saiba que foi o santo que motivou e me fez repensar sobre os meus atos.
Quem me conhece sabe o quanto sou... aaan.. digamos.. explosiva.. possuindo a síndrome de “supersinceridades”bem peculiares à minha personalidade. Fato é que, esse meu jeitinho meio explosivo ser e de tratar as pessoas acabava por afastá-las de mim, incluindo o bloqueio a novas amizades. Isso acabou me trancando em um universo particular em que apenas eu tinha a "chave" desse lugar. O problema é que não sabia como usar e nem para quê servia essa "chave". Até esse ano começar...
Aaah o Ano Novo, que vem carregado de promessas, variando de "um namorado", passado por "dedicar mais aos estudos" e terminando em "perder 10kg". Nessa lista gigante de promessas que fazemos uma das promessas que escrevi apenas para completar a lista de “Em 2013 eu vou...”  foi de “tratar as pessoas melhor". Eu mesma não me liguei a fundo com a promessa, apenas escrevi.
Até que o santo/fada madrinha apareceu (mentira, ele já existia!) e foi a vez dele ser o super-sincero comigo, sem saber que foi o super-sincero comigo e sem saber que aquilo seria o ponto de partida para tudo mudar.

Resumindo e finalizando a história, o que a minha fada madrinha disse fez com que eu descobrisse o que era a minha chave, para que servia e fez com que aquela última promessa passasse a ser a primeira da lista.

Diariamente somos obrigados a conviver com pessoas totalmente diferentes de nós, com opiniões diversas, com pensamentos distintos, onde nenhuma personalidade é igual. E não existe um padrão, uma única correta. Todos somos diferentes e devemos aceitar e respeitar as pessoas como elas são, independentemente da sua opinião.
Essa divergência de opiniões nos incomoda, pois queremos que todos dancem conforme a nossa música, do nosso jeito. Essa divergência nos causa insegurança, nos deixa desprotegidos, pois essa atitude nos agride, pois mostra nosso ponto fraco, pois a pessoa não está seguindo às regras, às nossas regras.
E então você se defende. E você os ofende.
E essa defesa machuca, magoa, corrói a pessoa por dentro. E um dia ela se cansa. Cansa de estar ao seu lado, cansa de tentar se defender, cansa de tentar se proteger, cansa de tanto se machucar por você, de ser machucado por você.
E por mais que ela te ame, ela se afastará, irá embora, pois não é obrigada a conviver com alguém que não te valoriza como os outros te valorizam; não te trata como todos te tratam; não te ama como os outros te amam.
Foi por isso que decidi usar minha chave, porque só eu poderia usá-la, porque só eu poderia não deixar que as pessoas se afastassem, porque só eu poderia fazer com que elas voltassem. Ninguém mais além de mim.

Todos possuímos intenção de mudar o próximo, mas talvez o próximo está mais próximo do que podemos imaginar. Talvez o próximo sejamos nós mesmos. Talvez essa mudança devesse partir de nós. E quando essa mudança deve ser em nós, ninguém além de nós pode nos mudar. Nos cabe enxergar os pontos falhos, observar o que podemos fazer quanto a isso e buscar o melhor sempre.
Como disse no início, a mudança não ocorre da noite para o dia ou em um passe de mágica. Ela deve ser diária, sendo conquistada pouco a pouco, dia após dia, até que um dia você simplesmente se dará conta de que mudou... e as pessoas ao seu redor percebem isso (o que é melhor!). É engraçado, mas sempre comparo esse tipo de mudança com a reabilitação de um drogado: começamos dia após dia, já desmotivamos achando que é besteira e que nada irá mudar; tentamos buscar sempre o melhor, até que um dia... recaída. Se dela voltarmos ao ponto de partida, de ser o que éramos, todo o trabalho realizado até então foi em vão. Mas se dela levantarmos e termos a humildade de tentar recomeçar e seguir em frente, só ganhamos.

Desejo que todos possam possuir uma fada madrinha ou santo iguais ao meu. Ela me ensinou que a usar a “chave” que pode abrir todas as portas: o amor. Quando digo amor não me refiro ao sentimento que existe entre um homem e uma mulher. Refiro-me à arma mais poderosa do mundo, com que todos nasceram, mas poucos são os sábios que a usam.
Como dizem “o mundo não está precisando de mais amor; está precisando de pessoas que saibam amar”.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ubuntu - I am because we are

Para reinaugurar minha volta às postagens solitárias (êêêê! \o/), deixo uma história que sempre achei muito bonita. De fato, não sei até que ponto ela é verídica, mas a considero bastante reflexiva quanto às nossas atitudes do dia-a-dia, principalmente no ambiente de trabalho/estudo.

Por um breve momento, até considerei como o novo nome do blog, mas só um breve momento... (Universo Particular me soou melhor!)

Não sei ao certo se me compreenderiam que utilizar o nome do texto, UBUNTU, seria como o marco de uma passagem, de um "velho eu" que deixei para trás. Mas isso já é um assunto para outra postagem.

Deixo esta mensagem como boas vindas à essa nova fase. (Ah, e se quiser escrever em um papel e colar na parede, do lado da cama, no teto, no banheiro ou na cozinha, para que sempre possa lembrar dela, fique à vontade! ;) )
“Um antropólogo fez uma brincadeira com as crianças de uma tribo africana. Ele colocou um cesto cheio de frutas junto a uma árvore e disse para as crianças que o primeira que chegasse na árvore ganharia todas as frutas. Dado o sinal todas as crianças saíram ao mesmo tempo... e de mãos dadas! Então sentaram-se juntas para aproveitar da recompensa. Quando o antropólogo perguntou porque eles haviam agido desta forma sabendo que um entre eles poderia ter todos os frutos para si, eles responderam:

-Ubuntu. Como um de nós pode ser feliz se todos os outros estiverem tristes?

Ubuntu na cultura Xhosa significa: Eu sou porque nós somos”
(Autor desconhecido)