segunda-feira, 27 de maio de 2013

A cabana - William P. Young

Sei que mereço ser autuada por abandono de blog, demitida por justa causa do emprego sem remuneração de blogueira (a vá!), mas é que ultimamente minha vida tem sido bastante conturbada, e só agora estou tendo um tempinho para me dedicar às coisas alheia à vida acadêmica.

Dando continuidade às minhas escritas solitárias, deixo abaixo uma resenha crítica de um livro que li recentemente, apesar do lançamento dele ter sido a algum tempo. Fazer resumos de livro também está como uma das intenções do blog, fazendo com que eu treine a minha memória sobre a história que acabei de ler, forçando minha interpretação de texto e escrita também. As resenhas serão o meu ponto de vista quando ao livro, não somente um resumo. Será minha opinião quanto ao enredo, deixando anotado as frases que mais gostei, o que tirei da estória para ser aplicado à vida real, entre outros.. Espero que gostem! :)

A Cabana - William P. Young

Sei que se conselho fosse bom seria vendido e não distribuído por onde passamos ou com quem conversamos, mas caso queira ouvir só mais um, escuta esse? Leia esse livro, sério.
Todas as pessoas que disseram que esse livro é lindo, que mudou a vida delas, entre outras mil coisas que também me falaram e eu saí lendo por aí, no fundo estavam com a razão, mesmo que por vezes exageraram ao extremo.

O livro conta a estória de Mackenzie, que durante muito tempo viveu imerso em um mar de dor e sofrimento ocasionado pelo sequestro e morte de Missy, sua filhinha mais nova. Mack, nunca foi muito religioso quanto sua esposa, Nan, e desde que perdeu Missy, sua relação com a Santíssima Trindade só teve a piorar.
Até que em um dia de inverno Mack recebe um bilhete suspeito o convidado a voltar ao cenário do homicídio de Missy, a velha cabana. O mais sinistro, é a assinatura do bilhete, que consta como “Papai”. Ora, quem ousaria brincar de maneira tão cruel com Mack, pedindo que voltasse aonde sua Grande Tristeza começara, e ainda assinado como “Papai”?
É válido lembrar/saber que Mack nunca teve uma boa relação com o seu pai desde a infância, sendo este um alcoólatra e espancara sua mãe até a morte, e desde então nunca mais havia o encontrado. Mas algo muito mais suspeito o incomodava. Sua esposa Nan que tinha uma relação íntima com Deus, o chamava de “Papai”. Será que seria Deus marcando um encontro com Mack fugindo de qualquer coisa que pareça ser real?
Bom, Mack ao contrário do que muitos fariam, foi à cabana para esse encontro um tanto “místico” e eis que de fato lá ele encontra com a Trindade Santa: Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo.
Apesar de o livro ser extremamente fictício e viajante algumas horas, confesso, as conversas abordadas naquela cabana fazem jus às nossas questões do dia-a-dia, questões que gostaríamos de perguntar pessoalmente, assim como o Mack fez. As conversas abordam questões de fé, amor, religião, perdão, amor, e a grande questão que afastou Mack de Deus: por quê a morte de sua pequena Missy.
O autor foi extremamente inteligente ao escrever esse livro, pois abordou todas as questões que cada um de nós gostaríamos de perguntar a Deus caso um dia o encontrássemos. Claro que nem tudo o que está escrito é real, e nem poderemos levar ao pé da letras, além do que, nunca poderemos saber se as respostas de Deus escritas por William P. Young, seriam de fato as respostas Deus para nós. Mas de certo forma, as conversas com Deus abordadas no livro te ajudam a pensar sobre as suas ações com o próximo, sobre sua fé em Deus, sua proximidade com Ele, entre muitas outras questões que valem a pena demais ler e se questionar.
Sei que muito do que está escrito é difícil de acreditar, e olhado dessa forma o livro se torna ridículo para algumas pessoas. Mas se levarmos um pouco de fé em algumas coisas escritas, e filtrarmos o que mais nos interessa, e aplicarmos ao nosso cotidiano, já terá valido cada minutinho que passou lendo.

Você que ainda não leu leia. Mas leia de forma sutil, sem estar com sete pedras na mão, como diria minha mãe. Vale à pena. Te garanto!
Você que já leu e viu esse post, deixe seu comentário. Adoraria saber sua opinião. :)

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